Contabilidade para Arquitetos e Engenheiros: da RRT ao planejamento tributário do seu escritório11/8/2026 Arquitetos e engenheiros dominam projetos complexos, mas a burocracia do próprio escritório frequentemente fica em segundo plano. Regime tributário, ART/RRT, contratos por obra: cada detalhe impacta quanto você paga de imposto no fim do mês.
O que torna a contabilidade de AEC diferente• Contratos por obra ou por etapa: o reconhecimento de receita em contratos de longa duração segue regras específicas — especialmente no Lucro Real, onde o método do percentual de conclusão é exigido. • ART e RRT como documentação fiscal: registros no CAU e no CREA têm implicações na comprovação de receita e no cumprimento de obrigações acessórias. • Materiais versus mão de obra: em contratos de empreitada que incluem material, a base de cálculo do ISS pode ser reduzida — mas isso precisa estar previsto em contrato e documentado corretamente. • Subcontratação: quando o escritório subcontrata outros profissionais ou empresas, há retenções de impostos a considerar. Simples Nacional ou Lucro Presumido?Para a maioria dos escritórios de arquitetura e engenharia, o Simples Nacional é uma boa opção até certo faturamento. Acima de R$ 180 mil anuais, vale simular o Lucro Presumido — especialmente se o escritório tiver poucas despesas operacionais. A Books BPO faz essa análise gratuitamente para novos clientes. Saiba mais → https://booksbpo.com.br/contador-para-arquitetos-e-engenheiros.html
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AuthorLeonardo Romano Junior, 47 anos, Contador e Administrador de Empresas. Mais de 25 anos de experiência nas áreas contábil, administrativa e financeira em empresas nacionais e multinacionais de diferentes setores. Ocupou cargos de diretoria em empresas dos segmentos de tecnologia da informação, varejo e serviços em geral. Experiência consolidada em contabilidade internacional-IFRS e nacional-CPC, controladoria, contabilidade societária, tributária e trabalhista. ArchivesCategories
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