Contabilidade para Personal Trainers: organize suas finanças e foque no que você faz de melhor11/8/2026 O mercado fitness cresce ano a ano no Brasil, mas a maioria dos personal trainers ainda trabalha de forma informal — o que significa pagar mais imposto do que deveria e não ter acesso a benefícios como INSS e aposentadoria planejada.
Vale a pena abrir um CNPJ como personal trainer?Sim — na maioria dos casos. Um personal trainer que fatura R$ 8.000 por mês como autônomo paga até 27,5% de IR mais 20% de INSS (contribuinte individual). O mesmo profissional, com CNPJ no Simples Nacional na atividade de condicionamento físico, pode pagar entre 6% e 11% sobre o faturamento. A diferença é significativa. E com CNPJ, você pode emitir nota fiscal, fechar contratos com academias e estúdios, e ter uma estrutura mais profissional perante seus clientes. Cuidados na hora de abrir o CNPJ• CNAE correto: a atividade de personal trainer se enquadra no CNAE 8599-6/04. Um CNAE errado pode colocar você numa alíquota mais alta ou em um Anexo do Simples menos vantajoso. • Limite do MEI: o MEI tem um teto de faturamento de R$ 81 mil anuais. Acima disso, é necessário migrar para ME ou EPP — e quanto antes você planejar essa transição, melhor. • Despesas dedutíveis: equipamentos, suplementos usados em demonstrações, uniforme profissional, aplicativos de treino — saber o que pode ser deduzido reduz o imposto sobre o lucro. A Books BPO ajuda personal trainers desde a abertura do CNPJ até a gestão mensal, de forma simples e sem burocracia. Saiba mais → https://booksbpo.com.br/contador-para-personal-trainer.html
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Contabilidade para Arquitetos e Engenheiros: da RRT ao planejamento tributário do seu escritório11/8/2026 Arquitetos e engenheiros dominam projetos complexos, mas a burocracia do próprio escritório frequentemente fica em segundo plano. Regime tributário, ART/RRT, contratos por obra: cada detalhe impacta quanto você paga de imposto no fim do mês.
O que torna a contabilidade de AEC diferente• Contratos por obra ou por etapa: o reconhecimento de receita em contratos de longa duração segue regras específicas — especialmente no Lucro Real, onde o método do percentual de conclusão é exigido. • ART e RRT como documentação fiscal: registros no CAU e no CREA têm implicações na comprovação de receita e no cumprimento de obrigações acessórias. • Materiais versus mão de obra: em contratos de empreitada que incluem material, a base de cálculo do ISS pode ser reduzida — mas isso precisa estar previsto em contrato e documentado corretamente. • Subcontratação: quando o escritório subcontrata outros profissionais ou empresas, há retenções de impostos a considerar. Simples Nacional ou Lucro Presumido?Para a maioria dos escritórios de arquitetura e engenharia, o Simples Nacional é uma boa opção até certo faturamento. Acima de R$ 180 mil anuais, vale simular o Lucro Presumido — especialmente se o escritório tiver poucas despesas operacionais. A Books BPO faz essa análise gratuitamente para novos clientes. Saiba mais → https://booksbpo.com.br/contador-para-arquitetos-e-engenheiros.html Se você é profissional autônomo ou prestador de serviços e atua como Pessoa Jurídica, provavelmente já ouviu falar que "abrir um CNPJ compensa". Mas compensa de que forma, e quanto você realmente economiza?
Por que virar PJ faz sentido (quando bem estruturado)Um profissional que recebe R$ 15.000 por mês como pessoa física paga até 27,5% de IR. O mesmo profissional, operando como PJ no Simples Nacional ou Lucro Presumido, pode pagar entre 6% e 15% sobre o faturamento — uma diferença que pode representar dezenas de milhares de reais por ano. Mas atenção: a economia só é real se o CNPJ estiver enquadrado corretamente na atividade exercida e no regime tributário adequado. Armadilhas comuns para prestadores PJ• CNAE incorreto: a atividade cadastrada no CNPJ precisa corresponder exatamente ao serviço prestado. Um CNAE errado pode significar alíquota maior ou até autuação fiscal. • Simples Nacional nem sempre é o melhor: para alguns serviços, o Lucro Presumido é mais vantajoso — especialmente quando o faturamento supera R$ 180 mil por ano. • Distribuição de lucros sem planejamento: retirar dinheiro da empresa de forma desordenada gera riscos fiscais e previdenciários. Como a Books BPO estrutura sua PJAjudamos prestadores de serviço desde a abertura do CNPJ — escolhendo o CNAE correto, o regime tributário ideal e a forma mais eficiente de remuneração. Para quem já tem empresa aberta, fazemos uma revisão completa para identificar oportunidades de economia. Saiba mais → https://booksbpo.com.br/contador-para-prestador-pj.html |
AuthorLeonardo Romano Junior, 47 anos, Contador e Administrador de Empresas. Mais de 25 anos de experiência nas áreas contábil, administrativa e financeira em empresas nacionais e multinacionais de diferentes setores. Ocupou cargos de diretoria em empresas dos segmentos de tecnologia da informação, varejo e serviços em geral. Experiência consolidada em contabilidade internacional-IFRS e nacional-CPC, controladoria, contabilidade societária, tributária e trabalhista. ArchivesCategories
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